Esse blog esta sendo construído para informar e orientar. Visa proporcionar uma estrutura de conhecimento e aprendizagem. Por esse motivo, sempre que for necessário, consulte para aprender e tirar dúvidas. Aqui voce encontrará sites diversos com o conteùdo desejado. Essas crianças são felizes por não usar drogas. "A temperança e o trabalho são os dois verdadeiros médicos do homem; o trabalho aguça-lhe o apetite e a temperança impede-o de abusar deles." Rosseau.
http://agentesmultiplicadores.com.br/2009/3%C2%BA-curso-de-capacitacao-de-agentes-multiplicadores/
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
ABM/DF - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA PSICOSSOMÁTICA
CNPJ - 06.128.744/0001-72
http://www.abmpdf.com/
suporte@chafic.com.br
Assunto: Tutoria EAD
CRPA - CARTEIRA DE REGISTRO DO PROFISSIONAL ASSOCIADO
Ecstasy
É o nome dado a qualqer composto (geralmente comprimido) que contenha a substância MDMA (3,4-METILENODIOXIMETANFETAMINA).
Apesar de ser derivado de uma droga estimulante (anfetamina), o cmposto MDMA tem efeitos semelhantes aos de um alucinógeno.
O MDMA não chega a produzir as alucinaççoes do LSD (ácido lisérgico), nem a excitação de substâncias estimulantes como a cocaína.
Em compensação, apresenta efeitos moderados das duas substâncias - segredo do seu sucesso como "droga social".
O ecstasy vem se tornando muito popular no Brasil devido: à facilidade na sua forma de obtenção e consumo, aos seus efeitos e pela falsa sensação de ser uma droga inofensiva.
Começou a ganhar notoriedade nos anos oitenta, a partir de seu consumo dentro dos "dance clubs" e das "raves", porém, hoje em dia , o consumo ultrapassou esses ambientes e pode ser visto em todo tipo de festa.
www.rio.rj.gov/livre_das_drogas
E-mail: ouvidoriasepdq@pcrj.rj.gov.br
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Recursos da comunidade paralidar com o uso abusivo e a dependência química de álcool e outras drogas

No momento estou extraindo o artigo abaixo do curso SUPERA
www.supera.org.br/senad
Introdução
A avaliação social em pessoas com dependência química de álcool e outras drogas é, na maioria dasvezes, a porta de entrada do dependente parao tratamento, uma vez que o problema com o álcool e outras drgoas é trazido, em geral, num contexto que envolve outras carências. As exceções são aqueles queprocuram ou são levados diretamente a um serviço médico.
Em geral, o abuso e a dependência são camuflados por inúmeros sintomas de dificuldades sociais, cuja, natureza é muitas vezes vistaspela sociedadecomo problemas de comportamento ou de "destino" do usuário.
Como o processo de abuso ou o estabelecimento da dependência não ocorrem "da noite para o dia", é natural que, a principio, não se perceba nada de "anormal" no comportamento do usuário. Pais, empregadores, colegas, cônjugues, etc. encaram com naturalidade certos episódios de "esquisitises"
Com o passar do tempo, observando o comportamento da pessoa, se nota que as "esquisitices" as variações de humor e as atitudes diferentes passam a ocorrer com maior frequência e as pessoasmais próximas percebem que algoerrado está acontecendo, porém, não conseguem explicar
- Dificuldade de relacionamento das filhas com os pais e diminuição do desempenho nos estudos;
- A esposa já não reconhece naquele homem, com quem partilha a vida há anos, a pessoa com que se casou;
- O chefe busca com afinco as razões para as ausências e o "desleixo" por parte daquele empregado, até pouco tempo, competente e responsável.
Inúmeras explicações são utilizadas para compreender o que se passa. Porém, dificilmente tais alterações são percebidas como relacionadas aoconsumo de álcool e drogas ou então, esta relação, embora identificada , é diminuida pela utilização de mecanismos de defesa.
O QUE FAZER?
A evolução do quadro do usuário e sua visivel deteriorização pessoal fazem com que as pessoas próximas fiquem ansiosas, quanto á necessidade de fazer alguma coisa. Desorientadas, experimentam sentimentos ambivalentes, que se traduzem em ações contraditórias de proteç~çao e de exclusão do usuário.
Este é o quadro que o profissional vai encontrar ao receber paraatendimento um usuário abusivo ou dependente de álcool e outras drogas. Além do diagnósticomédico, é fundamental considerar aquele paciente, não apenas com um ser biológico, mas eminentemente um ser social, cuja rede deinteração e relaçoes foi intensamento prejudicada no período de ingestão da droga.